terça-feira, 19 de agosto de 2008

MUDAMOS

MUDAMOS PARA UM NOVO ENDEREÇO DEVIDO A REALIZAÇÃO DE NOSSA FEIRA DE ARTESANATO
clic no link abaixo
ESPERO POR VOCÊS

4 comentários:

Tamo disse...

Amiga gostaria visitasse meu blog e emitisse sua opiniao. obrigado

Josias Pinto disse...

Deus ilumine e Jesus Cristo esteja sempre ao seu lado protegendo e
orientando. Feliz Natal de 2008 e Ano Novo de 2009 de amor e paz com saúde e
feliciade desejo a quer responder minha mensagem, entre em
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e-0mail para mim em jdop@megazon.com.br ou jdopmjcp@hotmail.com

Josias Pinto disse...

Deus ilumine e Jesus Cristo esteja sempre ao seu lado protegendo e orientando. Feliz Natal de 2008 e Ano Novo de 2009 de amor e paz.
leia meu super diário. e-mail: jdop@megazon.com.br http://communities.msn.com.br/formandomedicinafmufpe08121969
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Centro Diagnóstico Tratamento Av João de Barros 833 Boa Vista Recife Pernambuco Brasil CEP 50100020 Josias de Oliveira Pinto, e-mail: jdopmjcp@hotmail.com Evento convite aos colegas de Faculdade para confraternizar os 40 anos de formatura em medicina, na fmufpe 08121969

Anônimo disse...

Deus ilumine e Jesus Cristo esteja sempre ao seu lado protegendo e orientando. Feliz Natal 2008 e Ano Novo 2009 de amor e paz, saúde e feliciadade. Venha fazer uma visiinha aqui no Centro Diagnostico Tratamento. Av Joao de Barros 833, Boa Vista Recife, Pernambuco, Brasil, CEP 50100020. Dr. Josias de Oliveira Pinto, e-mail: jdopmjcp@hotmail.com http://communities.msn.com.br/josiasmedico - Novidades nesta mensagem Leia atentamente antes de aceitar Convidamos os Profissionais da area de saude de todas especialidades para debate deste assunto. Teste de memória pode detectar Mal de Alzheimer Um simples teste verbal de memória talvez seja a melhor maneira de descobrir a doença de Alzheimer antes que os sintomas apareçam. A discussão corre solta nos Estados Unidos. Dois neuropsicólogos canadenses apresentaram a tese, neste fim de semana, durante o encontro anual da Associação Americana de Psicologia, em Chicago. Eles estão convencidos de que esse é o melhor caminho para o diagnóstico pré-clínico da doença - que afeta um em cada dez americanos depois dos 65 e cerca da metade dos que têm mais de 85 anos. Hoje, só é possível dizer ao certo que a pessoa teve Alzheimer, examinando o cérebro depois da morte. Durante a evolução do problema, o diagnóstico é feito por um lento processo que vai excluindo outros tipos de demência. Os pesquisadores canadenses garantem que, entre vários exames de memória, o que se mostrou mais eficaz foi o teste de aprendizado verbal da Califórnia. Os voluntários leram várias vezes uma lista de 15 palavras; 20 minutos depois tentaram repeti-la. Segundo o pesquisador, praticamente todos os que, a julgar pelo resultado do teste, teriam o Mal de Alzheimer, de fato acabaram desenvolvendo a doença. O assunto é pra lá de polêmico. Parte da comunidade científica alega que é arriscado aderir a testes psicológicos para a descoberta de um problema tão grave. Como em quase todas as doenças, também no caso do Alzheimer, quanto mais cedo o diagnóstico for feito, melhor. Porque existem remédios que adiam o aparecimento dos sintomas. Além do mais, as pessoas ganhariam tempo, na esperança de que a ciência aprove algumas das muitas drogas que estão sendo desenvolvidas e que prometem, um dia, estancar de vez o avanço do Alzheimer. Em entrevista ao Jornal da Lilian, o neurologista da Unifesp Ivan Okamoto - que também é presidente da Sociedade Brasileira de Neuropsicologia - disse que no Brasil já são aplicados alguns testes similares aos divulgados no congresso. No entanto, o especialista diz que ainda é muito cedo para se saber se tais testes funcionam realmente na hora de dar o diagnóstico da doença. O fato é que, até hoje, os médicos só conseguem diagnosticar a doença com o exame das células do cérebro do paciente morto. "Os testes de memória funcionam em 92% ou 93% das vezes. Algo que é muito aceitável em medicina", afirmou o neurologista. Precisa antes fazer o Diagnostico correto Pode necessitar de uma cirurgia corretiva Terapeutica relacionada com a causa Procure um posto de saude e cuide De volta à infância... O mal de Alzheimer é uma doença degenerativa que destrói células do cérebro - lenta e progressivamente - afetando o funcionamento mental. O paciente perde boa parte dos relacionamentos pessoais ao longo do desenvolvimento dos sintomas da doença. "Se você colocar um espelho na vida do paciente vai perceber que ele voltou à infância", disse o neurologista. Há perda dos laços de afetividade, das atividades cognitivas e até das atividades mais simples como andar e falar. Com a progressão da doença, o paciente começa a perder hábitos, como o da higiene pessoal, e a manifestar alteração de comportamento, como ansiedade e agressividade. O neurologista também explicou que a progressão da doença é cada vez maior porque a população mundial está cada vez mais velha. Dados da Associação Brasileira de Alzheimer revelam que 500 mil brasileiros sofrem com o mal. "A incidência só é menor em países ocidentais, na Rússia e no Japão", completou o neurologista.
Muitas famílias abandonam os doentes Não são lendas as histórias de famílias que acabaram abandonando pacientes que sofriam do mal de Alzheimer. "Os sintomas acabam desestruturando a família". O neurologista confessou que não costuma contar aos pacientes - que foram diagnosticados precocemente - que eles irão desenvolver a doença. "Saber não traz benefício. Geralmente, conto apenas aos familiares". Os problemas de convivência começam quando o doente começa apresentar um quadro de hipersensibilidade, grita o tempo todo ou anda muito pela casa. "Sempre recomendo aos familiares que é preciso ter alguém para dividir a fase mais pesada". Pode ser um ‘cuidador’, uma pessoa contratada para fazer o trabalho. "Geralmente, o trabalho acaba nas mãos do próprio cônjuge ou do familiar mais próximo", completou. Remédios só podem deter avanço da doença Hoje, os remédios indicados para os pacientes com o mal de Alzheimer servem apenas para estabilizar o quadro da doença em qualquer estágio. "Os remédios têm a intenção de estabilizar a doença em qualquer estágio ou, pelo menos, diminuir a progressão dos sintomas. Por enquanto, não existe nenhuma medicação comprovada que adie os sintomas", afirmou Okamoto. Não há cura. E pior: nem previsão de cura. "A cura definitiva vai levar ainda algumas décadas. Talvez só os nossos filhos saibam", concluiu. Novidades nesta mensagem Leia atentamente antes de aceitar Convidamos os Profissionais da area de saude Todas Especialidades para um debate deste assunto Teste de memória pode detectar Mal de Alzheimer Um simples teste verbal de memória talvez seja a melhor maneira de descobrir a doença de Alzheimer antes que os sintomas apareçam. A discussão corre solta nos Estados Unidos. Dois neuropsicólogos canadenses apresentaram a tese, neste fim de semana, durante o encontro anual da Associação Americana de Psicologia, em Chicago. Eles estão convencidos de que esse é o melhor caminho para o diagnóstico pré-clínico da doença - que afeta um em cada dez americanos depois dos 65 e cerca da metade dos que têm mais de 85 anos. Hoje, só é possível dizer ao certo que a pessoa teve Alzheimer, examinando o cérebro depois da morte. Durante a evolução do problema, o diagnóstico é feito por um lento processo que vai excluindo outros tipos de demência. Os pesquisadores canadenses garantem que, entre vários exames de memória, o que se mostrou mais eficaz foi o teste de aprendizado verbal da Califórnia. Os voluntários leram várias vezes uma lista de 15 palavras; 20 minutos depois tentaram repeti-la. Segundo o pesquisador, praticamente todos os que, a julgar pelo resultado do teste, teriam o Mal de Alzheimer, de fato acabaram desenvolvendo a doença. O assunto é pra lá de polêmico. Parte da comunidade científica alega que é arriscado aderir a testes psicológicos para a descoberta de um problema tão grave. Como em quase todas as doenças, também no caso do Alzheimer, quanto mais cedo o diagnóstico for feito, melhor. Porque existem remédios que adiam o aparecimento dos sintomas. Além do mais, as pessoas ganhariam tempo, na esperança de que a ciência aprove algumas das muitas drogas que estão sendo desenvolvidas e que prometem, um dia, estancar de vez o avanço do Alzheimer. Em entrevista ao Jornal da Lilian, o neurologista da Unifesp Ivan Okamoto - que também é presidente da Sociedade Brasileira de Neuropsicologia - disse que no Brasil já são aplicados alguns testes similares aos divulgados no congresso. No entanto, o especialista diz que ainda é muito cedo para se saber se tais testes funcionam realmente na hora de dar o diagnóstico da doença. O fato é que, até hoje, os médicos só conseguem diagnosticar a doença com o exame das células do cérebro do paciente morto. "Os testes de memória funcionam em 92% ou 93% das vezes. Algo que é muito aceitável em medicina", afirmou o neurologista. Precisa antes fazer o Diagnostico correto Pode necessitar de uma cirurgia corretiva Terapeutica relacionada com a causa Procure um posto de saude e cuide De volta à infância... O mal de Alzheimer é uma doença degenerativa que destrói células do cérebro - lenta e progressivamente - afetando o funcionamento mental. O paciente perde boa parte dos relacionamentos pessoais ao longo do desenvolvimento dos sintomas da doença. "Se você colocar um espelho na vida do paciente vai perceber que ele voltou à infância", disse o neurologista. Há perda dos laços de afetividade, das atividades cognitivas e até das atividades mais simples como andar e falar. Com a progressão da doença, o paciente começa a perder hábitos, como o da higiene pessoal, e a manifestar alteração de comportamento, como ansiedade e agressividade. O neurologista também explicou que a progressão da doença é cada vez maior porque a população mundial está cada vez mais velha. Dados da Associação Brasileira de Alzheimer revelam que 500 mil brasileiros sofrem com o mal. "A incidência só é menor em países ocidentais, na Rússia e no Japão", completou o neurologista. Muitas famílias abandonam os doentes Não são lendas as histórias de famílias que acabaram abandonando pacientes que sofriam do mal de Alzheimer. "Os sintomas acabam desestruturando a família". O neurologista confessou que não costuma contar aos pacientes - que foram diagnosticados precocemente - que eles irão desenvolver a doença. "Saber não traz benefício. Geralmente, conto apenas aos familiares". Os problemas de convivência começam quando o doente começa apresentar um quadro de hipersensibilidade, grita o tempo todo ou anda muito pela casa. "Sempre recomendo aos familiares que é preciso ter alguém para dividir a fase mais pesada". Pode ser um ‘cuidador’, uma pessoa contratada para fazer o trabalho. "Geralmente, o trabalho acaba nas mãos do próprio cônjuge ou do familiar mais próximo", completou. Remédios só podem deter avanço da doença Hoje, os remédios indicados para os pacientes com o mal de Alzheimer servem apenas para estabilizar o quadro da doença em qualquer estágio. "Os remédios têm a intenção de estabilizar a doença em qualquer estágio ou, pelo menos, diminuir a progressão dos sintomas. Por enquanto, não existe nenhuma medicação comprovada que adie os sintomas", afirmou Okamoto. Não há cura. E pior: nem previsão de cura. "A cura definitiva vai levar ainda algumas décadas. Talvez só os nossos filhos saibam", concluiu.